quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Entrevista a Luís Leitão

quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Esta semana entrevistei Luís Leitão, mais um jovem autor que acaba de publicar "[Cem] Ironias do Destino ".
Muito Obrigada ao Luís pela entrevista.

HT: É inevitável começar com esta pergunta: Como é que surgiu a ideia de publicar um livro?
Luís Leitão: Há alturas na vida em que “começar” algo de novo e distinto é a única forma que encontramos para continuarmos a evoluir. Particularizo, pessoalmente, a importância e necessidade que sinto em desafiar-me com regularidade, com o intuito de progredir enquanto Ser Humano. Nesse sentido, aliando a paixão pela leitura à transcendência prazerosa que experimento enquanto escrevo, resolvi “começar” com a demanda e concretizar um sonho que ambicionava materializar praticamente desde que me recordo de ser “gente”: Escrever…!  

HT: Como correu o processo de edição?
Luís Leitão: O processo de edição decorreu de acordo com o expectável, num espectro de proximidade com a Editora, uniformizando critérios e trabalhando de forma coordenada para um resultado final capaz de satisfazer ambas as partes.

HT: Para quem, como eu, ainda não leu este livro, pode falar-nos um bocadinho sobre ele?
Luís Leitão: [Cem] Ironias do Destino é uma obra que retrata um romance baseado em factos reais, nascido inesperadamente de uma panóplia de acontecimentos (coincidências), no desconhecimento absoluto dos intervenientes. As histórias centrais do livro estão explanadas em capítulos intermitentes, em que numa perspetiva de evolução da personagem principal, se narra, nos capítulos “ímpares”, uma situação misteriosamente imprevisível e vivida em pouco mais de doze horas, que enquadra um alegado prémio monetário, com uma agência de combate ao terrorismo internacional e, nos capítulos “pares”, na narrativa central, uma história de amor, fascinante, iniciada na “ausência dos próprios corpos” dos enamorados, que evolui desde a infância da personagem principal, até ao dia retratado. Importa ainda dizer que as duas histórias acabam por se fundir, concluindo o enredo de uma forma totalmente inesperada, marcando vidas e valorizando a amizade, o amor e o companheirismo.

HT: Gosta de ler? Se sim, quais as suas referências literárias?
Luís Leitão: Ler, na impossibilidade de viajar, é, para mim, em paralelo com a capacidade de estudar, uma das três melhores formas de podermos evoluir. Nesse sentido, vou “viajando” enquanto leio e “estudando” enquanto viajo, o que me permite ser acompanhado por escritores tão importantes e inspiradores como: Fernando Pessoa, José Saramago, José Luís Peixoto, José Rodrigues dos Santos, Pedro Paixão, Gabriel Garcia Marquez, Mário Vargas Llosa, Sveva Casati Modignani, Bill Bryson, Dan Brown, entre outros.

HT: O que mudou na sua vida depois da publicação do livro?
Luís Leitão: Essencialmente … mais um sonho concretizado, que cedeu o seu lugar a um outro, de entre os muitos que desejo ter oportunidade de realizar! Não obstante, alimentou a minha vontade de escrever e, sobretudo, engrandeceu a minha gratidão pela inspiração para o poder continuar a fazer.  

HT: Para terminar, sei que ainda é muito cedo, mas não posso deixar de perguntar: já pensa num novo livro ou ainda está a “aproveitar” este?
Luís Leitão: As duas premissas da questão são verdadeiras! Efetivamente pretendo continuar a eternizar as minhas [Cem] Ironias do Destino, levando as palavras sentidas e verdadeiras que redigi naquelas 180 páginas até ao número máximo de corações. 
Por outro lado, concluo dizendo que nos últimos meses não tenho viajado tanto quanto desejaria fisicamente, no entanto, tenho “voado” ao sabor da minha caneta predileta para incrustar no papel… 

Muito obrigada.
Cordiais cumprimentos.

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